A empresária Eliana Tranchesi, sócia da Daslu,morreu na madrugada desta sexta-feira (24), em São Paulo. Faleceu em função de complicações causadas por um câncer no pulmão. Em 2009, ela mesma foi condenada a 94 anos e seis meses de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, fraude em importações e falsificação de documentos. Logo depois ela obteve o hábeas corpus e foi solta para o tratamento da doença que causou sua morte.
Nada de extraordinário na notícia. Pessoas são condenadas por crimes e morrem de câncer. O inusitado aí está na relação que o âncora do Jornal da Band Boris Casoy faz entre a morte da empresária e o governo Lula.
Ele afirma que “Eliana foi exposta à execração pública e humilhada, o que deve ter contribuído e muito para o câncer que a matou”. E tal execração, de acordo com a fala do jornalista, teria sido um mecanismo usado pelo governo a fim de desviar a atenção da opinião pública do escândalo do "mensalão". Ao mesmo tempo que faz tais acusações, o apresentador afirma que Eliana Tranchesi seria culpada da maioria das acusações a ela feitas.
Particularmente, não acreditei nessa notícia na primeira vez que ouvi. Daí me lembrei do vídeo que vem logo abaixo:
Me veio então à cabeça um artigo de um dos meus blogs favoritos, o Van do Halen, a respeito de um famoso produtor brasileiro que lançou algumas bandas como Restart, e ao mesmo tempo, em entrevista, desdenha de mitos como o Velvet Underground. O título do artigo era "Novos horizontes para a expressão falar merda".
Muitíssimo adequado à esse tipo de fala, não seria?
Fonte: Blog Maurício Stycer
Me veio então à cabeça um artigo de um dos meus blogs favoritos, o Van do Halen, a respeito de um famoso produtor brasileiro que lançou algumas bandas como Restart, e ao mesmo tempo, em entrevista, desdenha de mitos como o Velvet Underground. O título do artigo era "Novos horizontes para a expressão falar merda".
Muitíssimo adequado à esse tipo de fala, não seria?
Fonte: Blog Maurício Stycer